Não paro de pensar em você
De saber como é, o que gosta, faz e como faz
Estou curiosa para ver o seu sorriso ao amanhecer
Observar você dormir e acordar você
Ah, nessa ilegalidade de conversar...
Nesse intenso desejo de me aproximar
Na proximidade intensa de não saber quem sou eu
Quem é você...
São instantes, segundo, horas, não meses
Mas parecem anos que conheço você
Que me encanta, espanta com seu jeito de ser...
Os dias mais escuros, as noites tempestuosas
Pensamos que vagueiam a procura...
Sonhos, que se dissipam ao acordar.
Stelina Vasconcelos
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Homem e natureza um dividido em dois
A humanidade vive em diversas crises entre elas a ambiental. São múltiplas questões as quais não são resolvidas e ficam girando como uma bola de neve que vai crescendo, tomando proporções gigantescas interferindo assim na qualidade de vida dos seres humanos.
Dessa forma a relação da sociedade com o meio ambiente tem sido configurada a partir dos acontecimentos marcados pela resposta da natureza através das catástrofes como: tsunamis, rachaduras no solo, tremores, mudanças climáticas, aquecimento global, entre outros fatores que tem preocupado a humanidade.
No entanto é visível através dos livros que ao longo dos séculos a relação homem e natureza passou por diversas fases, na Grécia antiga a natureza exercia um papel de divindade e exigia respeito. Na teoria criacionista ou evolucionista, o homem tinha uma relação com a natureza de dependência e da sua sustentabilidade, mas com o processo da Revolução Industrial essa relação passou a ter o formato de dominante e dominado.
Na contemporaneidade a crise ambiental se alarmou de tal forma que hoje ela é uma das causas para que os seres vivos sofram as reações como: o efeito estufa, aquecimento global e nós seres vivos sofremos com a nossa insensatez ao desmatar as florestas, aumento na produção de resíduos sólidos, poluição, fatores esses que tem causado as constantes mudanças climáticas, entre outros.
Nesse momento em que acontece essa preocupação é perceptível que muitos são os discursos difundidos, bandeiras levantadas ao abordar a problemática ambiental, tornando assim, essa prática um modismo, tendência de estudo, visto que muito é falado e pouco é feito para a melhoria da nossa casa (planeta terra).
Contudo, como afirma o provérbio indígena “que somente quando for cortada a última árvore, pescado o último peixe, poluído o último rio, é que as pessoas vão perceber que não podem comer dinheiro". Enquanto homem e natureza forem dividios em dois e a humanidade não reconhecer que é integrante do meio ambiente, mais catástrofes abalarão o planeta no processo que Isac Newton denomina de ação e reação.
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia, Campus XVI- Irecê
Educadora Ambiental
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Dessa forma a relação da sociedade com o meio ambiente tem sido configurada a partir dos acontecimentos marcados pela resposta da natureza através das catástrofes como: tsunamis, rachaduras no solo, tremores, mudanças climáticas, aquecimento global, entre outros fatores que tem preocupado a humanidade.
No entanto é visível através dos livros que ao longo dos séculos a relação homem e natureza passou por diversas fases, na Grécia antiga a natureza exercia um papel de divindade e exigia respeito. Na teoria criacionista ou evolucionista, o homem tinha uma relação com a natureza de dependência e da sua sustentabilidade, mas com o processo da Revolução Industrial essa relação passou a ter o formato de dominante e dominado.
Na contemporaneidade a crise ambiental se alarmou de tal forma que hoje ela é uma das causas para que os seres vivos sofram as reações como: o efeito estufa, aquecimento global e nós seres vivos sofremos com a nossa insensatez ao desmatar as florestas, aumento na produção de resíduos sólidos, poluição, fatores esses que tem causado as constantes mudanças climáticas, entre outros.
Nesse momento em que acontece essa preocupação é perceptível que muitos são os discursos difundidos, bandeiras levantadas ao abordar a problemática ambiental, tornando assim, essa prática um modismo, tendência de estudo, visto que muito é falado e pouco é feito para a melhoria da nossa casa (planeta terra).
Contudo, como afirma o provérbio indígena “que somente quando for cortada a última árvore, pescado o último peixe, poluído o último rio, é que as pessoas vão perceber que não podem comer dinheiro". Enquanto homem e natureza forem dividios em dois e a humanidade não reconhecer que é integrante do meio ambiente, mais catástrofes abalarão o planeta no processo que Isac Newton denomina de ação e reação.
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia, Campus XVI- Irecê
Educadora Ambiental
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
domingo, 26 de julho de 2009
Educar...
Educar...
Juntos podemos construir um mundo possíve
lJuntos podemos construir um mundo melhor
Refrão
Através da educação tudo pode renascer
A arvore morta florescer
Educar...
É jogar uma semente ao chão
Regar, esperar e vê os frutos nascer
Apesar da desvalorização
Ensinar é da à luz a quem vive na escuridão“É transferir o que sabe
É aprender o que ensina” (Cora Coralina)
É transformar a sociedade
Refrão
Educar...
É viajar nas mais profundas águas do saber
Compartilhar e sempre aprender
É gerar os sonhos da mudançaÉ ter esperançaEducar é incluir
É se permitir, conhecer, respeitar as diferenças e diversidades
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus XVI
Correspondente do Jornal A Semana de Jacobina
Membro da Academia de Letras de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Juntos podemos construir um mundo possíve
lJuntos podemos construir um mundo melhor
Refrão
Através da educação tudo pode renascer
A arvore morta florescer
Educar...
É jogar uma semente ao chão
Regar, esperar e vê os frutos nascer
Apesar da desvalorização
Ensinar é da à luz a quem vive na escuridão“É transferir o que sabe
É aprender o que ensina” (Cora Coralina)
É transformar a sociedade
Refrão
Educar...
É viajar nas mais profundas águas do saber
Compartilhar e sempre aprender
É gerar os sonhos da mudançaÉ ter esperançaEducar é incluir
É se permitir, conhecer, respeitar as diferenças e diversidades
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus XVI
Correspondente do Jornal A Semana de Jacobina
Membro da Academia de Letras de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Conflito
Amar e não poder tocar-te
Desejar e não poder ter-te em meus braços
Querer sem poder viver cada segundo o sentimento
Sonhar sem realizar cada sonho que tenho contigo
E os dias vão passando
Os sonhos se intensificando e como um pássaro a vagar
Vôo ao seu ninho tentando encontrar-te
E deparo-me com o mesmo vazio
Não sei se sou eu que estou vazia
Não sei se é vocêO que sei é que cada momento que tento fugir
Acabo aproximando mais e mais de ti
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus XVI
Correspondente do Jornal A Semana de Jacobina
Membro da Academia de Letras de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Desejar e não poder ter-te em meus braços
Querer sem poder viver cada segundo o sentimento
Sonhar sem realizar cada sonho que tenho contigo
E os dias vão passando
Os sonhos se intensificando e como um pássaro a vagar
Vôo ao seu ninho tentando encontrar-te
E deparo-me com o mesmo vazio
Não sei se sou eu que estou vazia
Não sei se é vocêO que sei é que cada momento que tento fugir
Acabo aproximando mais e mais de ti
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus XVI
Correspondente do Jornal A Semana de Jacobina
Membro da Academia de Letras de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Gotas no deserto
No ermo choro
Gotas caem do olhar
São gotas no deserto de um olhar que vaga ao teu encontro
Buscando a sua face, colo, carinho
Ah triste imensidão, na multidão procuro
Sem encontra-lhe
Então viajo em meus pensamentos
Lá posso encontrar-te no instante que procuro
Posso ter-te no momento que queroPosso abraçar-te, beijar-te
Meus medos são rompidos, minhas lágrimas vertidas
Até o instante q o dia amanhece e com ele vem a certeza de que tudo foi ilusão
Então volto, continuo numa busca constante
Querendo encontrar-te quando na realidade você está tão perto
Dentro de mim
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus XVI
Correspondente do Jornal A Semana de Jacobina
Membro da Academia de Letras de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Gotas caem do olhar
São gotas no deserto de um olhar que vaga ao teu encontro
Buscando a sua face, colo, carinho
Ah triste imensidão, na multidão procuro
Sem encontra-lhe
Então viajo em meus pensamentos
Lá posso encontrar-te no instante que procuro
Posso ter-te no momento que queroPosso abraçar-te, beijar-te
Meus medos são rompidos, minhas lágrimas vertidas
Até o instante q o dia amanhece e com ele vem a certeza de que tudo foi ilusão
Então volto, continuo numa busca constante
Querendo encontrar-te quando na realidade você está tão perto
Dentro de mim
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus XVI
Correspondente do Jornal A Semana de Jacobina
Membro da Academia de Letras de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Eu só sei te superamar...
Palavras não podem exprimir
Tudo que sinto por ti
Vai além da imensidão do mar
E se perde na beleza do teu olhar
Eu só sei amar-teEu só sei superamar-te
Se Shekespeare estivesse aqui
Eu pediria para ele dramatizar
Tudo o que sinto por ti
Mas sei ele não conseguiria
Vai além do que se pode apresentar
Se Vinicius estivesse aqui
Eu pediria para ele escrever
Uma poesia que contesse tudo que eu sinto por ti
Frustado ele diria
É muito além do que as palavras podem dizer
Se Salvador Dali estivesse aquiEu pediria para ele pintar
Tudo o que sinto por ti
Ele diria não tem como
Vai além do contorno da tinta
A arte não tem como expressar
Tudo que sei é superamar-te
Querer-te o tempo todo...
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus XVI
Correspondente do Jornal A Semana de Jacobina
Membro da Academia de Letras de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Tudo que sinto por ti
Vai além da imensidão do mar
E se perde na beleza do teu olhar
Eu só sei amar-teEu só sei superamar-te
Se Shekespeare estivesse aqui
Eu pediria para ele dramatizar
Tudo o que sinto por ti
Mas sei ele não conseguiria
Vai além do que se pode apresentar
Se Vinicius estivesse aqui
Eu pediria para ele escrever
Uma poesia que contesse tudo que eu sinto por ti
Frustado ele diria
É muito além do que as palavras podem dizer
Se Salvador Dali estivesse aquiEu pediria para ele pintar
Tudo o que sinto por ti
Ele diria não tem como
Vai além do contorno da tinta
A arte não tem como expressar
Tudo que sei é superamar-te
Querer-te o tempo todo...
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus XVI
Correspondente do Jornal A Semana de Jacobina
Membro da Academia de Letras de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Um dia a gente aprende...
Um dia a gente aprende que completar ano não é tão ruim quanto parece, pois quanto mais velhos ficamos, mais experiência de vida adquirimos e mais pacientes ficamos. Aprendemos até admirar os cabelos grisalhos, marcas do tempo que passou...
Um dia a gente aprende a observar as pessoas e até a sorrir de nós mesmos, por não termos tanta pressa em realizarmos as atividades, por sabermos que o amanhã existe apesar de ser uma icógnita...
Um dia a gente aprende a construir nossos castelos de sonhos na rocha, por termos tentado diversas vezes construí-los na areia e vê-los sendo destruídos pelas ondas.
Um dia a gente aprende a amar as pessoas como elas são, sem querermos mudá-las, para adquar-se a nossa forma medíocre de vê-las...
Um dia a gente aprende que as lágrimas derramadas selam nosso amadurecimento, apesar de não gostarmos delas e nos sentirmos fracos para vencê-las...
Um dia a gente aprende a gostar das pessoas não pelo que elas possuem, mas pelo que elas são, independente dos seus defeitos...
Um dia a gente aprende que não somos juízes para apontar os erros do próximo, pois não somos "santos" e também erramos...
Um dia a gente aprende que perdoar não é tarefa fácil, mas é necessário, porque rompe a nossa natureza mesquinha...
Um dia a gente aprende que a felicidade, não nos é dada pronta e além de ser um agrupamento das pequenas coisas, não ficamos bem e felizes o tempo todo...
Um dia a gente aprende a caminhar, a esperar o alimento ficar pronto, a sentar para degustá-lo lentamente sentindo o seu sabor...
Um dia a gente aprende a observar a beleza das flores, a magnitude do céu, o cantarolar dos pássaros, o sorriso de uma criança e até aprendemos a valorizar a vida...
Um dia a gente aprende que trabalho, dinheiro, reconhecimento, não são tudo, pois não podem comprar a tranquilidade, o amor, a felicidade, paz e bem-estar emocional...
Um dia a gente aprende a despir-nos das máscaras e revelar-nos, independente das críticas...
Um dia a gente aprende a estender a mão a quem precisa, ou segurar a mão de quem nos oferece ajuda nos momentos de crise...
Um dia a gente aprende a assumir os nossos erros sem colocar a culpa nos outros e sem tentar defender-nos...
Um dia a gente aprende que apesar da idade que alcancemos, nunca saberemos de "tudo" e sempre teremos o que aprender, não somos donos da razão, mas eternos aprendizes na escola da vida...
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus XVI
Correspondente do Jornal A Semana de Jacobina
Membro da Academia de Letras de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus XVI
Correspondente do Jornal A Semana de Jacobina
Membro da Academia de Letras de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Relatos
O coração está em chama a espera de quem ama,
De quem completa-me por completo,
Viajar nas loucuras mais infantis de querer,
Nas loucas juvenis de desejar,
Na serenidade adulta de amar,
Sendo eu uma criança, uma adolescente, na insanidade de está com meu bem...
Ah, saudade que dilacera,
Dias que não passam,
Vago o tempo toda a sua procura,
E nessa distância de quilômetros,
Encontra-lhe nos sonhos,
E agora o sonho pode tornar-se real,
de está em seus braços outra vez,
Amando-lhe intensamente, loucamente outra vez...
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela UNEB - Campus XVI, Irecê -BA
Correspondente do Jornal A Semana em Irecê
Membro da Academia de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
De quem completa-me por completo,
Viajar nas loucuras mais infantis de querer,
Nas loucas juvenis de desejar,
Na serenidade adulta de amar,
Sendo eu uma criança, uma adolescente, na insanidade de está com meu bem...
Ah, saudade que dilacera,
Dias que não passam,
Vago o tempo toda a sua procura,
E nessa distância de quilômetros,
Encontra-lhe nos sonhos,
E agora o sonho pode tornar-se real,
de está em seus braços outra vez,
Amando-lhe intensamente, loucamente outra vez...
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela UNEB - Campus XVI, Irecê -BA
Correspondente do Jornal A Semana em Irecê
Membro da Academia de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
quinta-feira, 23 de abril de 2009
QUEM É O TRAIDOR OU TRAIDORA NESSA HISTÓRIA?
A superfície do planeta terra é composta de 75% por água e 25% de terra. A distribuição da água no planeta está difundida da seguinte forma: 97,3 % de água salgada e apenas 2,7% é de água doce disponível para o consumo humano, sendo que, a maior parte desses 2,7% está congelada ou embaixo da superfície do solo. Segundo a Declaração dos Direitos da Água no seu primeiro artigo: A água faz parte do Patrimônio do Planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Partindo dessa preposição todos nós, cidadãos do planeta Terra, temos nossas responsabilidades e deveres, sendo um deles cuidar da água, do meio ambiente em que vivemos, evitando assim destruições e desperdícios com os bens naturais renováveis ou não, principalmente com a água que é um elemento vital a sobrevivência humana e das espécies de animais e vegetais.
Dessa forma, desde a pré-história o ser humano tirou sua sustentabilidade da natureza num processo de dominação o qual ele exercia de dono do meio ambiente e nunca parte integrante dele. Através do processo de industrialização, desmatamento da vegetação nativa para o plantio e a pecuária, a poluição dos rios, a emissão crescente do gás carbônico na atmosfera e o atual modelo de desenvolvimento dos países, que tem levado a produção de níveis alarmantes de poluição do solo, da água, destruição da biodiversidade e demais recursos não-renováveis, em praticamente todas as regiões do globo, são fatores que interferem na produção dos elementos da natureza, de forma a esgotá-los, visto que, não são renováveis como é o caso da água.
No Território de identidade de Irecê, as consequências da ação desordenada e destruidora do homem começam a assolar a população no ano de 2009, a qual começa a enfrentar a problemática de uma crise na falta de água para o consumo humano. Dados dos órgãos que gerenciam a água no Território de Irecê apontam para esse destino. Caso não haja uma intervenção urgente, em curto prazo - uma interferência na barragem a qual permita que retorne a capacidade média de seu volume – e em longo prazo – revitalização e reflorestamento das áreas degradadas, principalmente as matas ciliares das nascentes que a retroalimentam - a mesma deixará de existir. O fato poderá deixar 300.000 pessoas sem esse elemento vital à sobrevivência dos seres vivos.
O Território de Irecê, atualmente vivencia momentos de discussões, as quais visam a conscientização da população quanto ao uso dos recursos hídricos. Antuniasse acredita que:
“A educação ambiental como ação conscientizadora, é um dos caminhos mais seguros para formar uma mentalidade conservacionista, ou seja, formar um cidadão empenhado na defesa do meio ambiente e dos recursos naturais e na gestão desses recursos”.
Por fim, diante desse fato, surge o questionamento será que a natureza nos traiu ou nós a traímos? Quem é o traidor ou traidora nessa história? A humanidade que sempre tirou a subsistência das famílias na natureza ou a explorou de forma desordenada em busca de riquezas, agora sofre com a escassez dos bens naturais. Durante diversos anos pensava que esses elementos jamais se suprimiriam e devido a isso, não preservavam o meio ambiente e agora com os diversos impactos que afligem o Território de Irecê os quais não são isolados no planeta, a população atenta para mudanças de hábitos e atitudes e o despertar para cuidar da natureza.
Partindo dessa preposição todos nós, cidadãos do planeta Terra, temos nossas responsabilidades e deveres, sendo um deles cuidar da água, do meio ambiente em que vivemos, evitando assim destruições e desperdícios com os bens naturais renováveis ou não, principalmente com a água que é um elemento vital a sobrevivência humana e das espécies de animais e vegetais.
Dessa forma, desde a pré-história o ser humano tirou sua sustentabilidade da natureza num processo de dominação o qual ele exercia de dono do meio ambiente e nunca parte integrante dele. Através do processo de industrialização, desmatamento da vegetação nativa para o plantio e a pecuária, a poluição dos rios, a emissão crescente do gás carbônico na atmosfera e o atual modelo de desenvolvimento dos países, que tem levado a produção de níveis alarmantes de poluição do solo, da água, destruição da biodiversidade e demais recursos não-renováveis, em praticamente todas as regiões do globo, são fatores que interferem na produção dos elementos da natureza, de forma a esgotá-los, visto que, não são renováveis como é o caso da água.
No Território de identidade de Irecê, as consequências da ação desordenada e destruidora do homem começam a assolar a população no ano de 2009, a qual começa a enfrentar a problemática de uma crise na falta de água para o consumo humano. Dados dos órgãos que gerenciam a água no Território de Irecê apontam para esse destino. Caso não haja uma intervenção urgente, em curto prazo - uma interferência na barragem a qual permita que retorne a capacidade média de seu volume – e em longo prazo – revitalização e reflorestamento das áreas degradadas, principalmente as matas ciliares das nascentes que a retroalimentam - a mesma deixará de existir. O fato poderá deixar 300.000 pessoas sem esse elemento vital à sobrevivência dos seres vivos.
O Território de Irecê, atualmente vivencia momentos de discussões, as quais visam a conscientização da população quanto ao uso dos recursos hídricos. Antuniasse acredita que:
“A educação ambiental como ação conscientizadora, é um dos caminhos mais seguros para formar uma mentalidade conservacionista, ou seja, formar um cidadão empenhado na defesa do meio ambiente e dos recursos naturais e na gestão desses recursos”.
Por fim, diante desse fato, surge o questionamento será que a natureza nos traiu ou nós a traímos? Quem é o traidor ou traidora nessa história? A humanidade que sempre tirou a subsistência das famílias na natureza ou a explorou de forma desordenada em busca de riquezas, agora sofre com a escassez dos bens naturais. Durante diversos anos pensava que esses elementos jamais se suprimiriam e devido a isso, não preservavam o meio ambiente e agora com os diversos impactos que afligem o Território de Irecê os quais não são isolados no planeta, a população atenta para mudanças de hábitos e atitudes e o despertar para cuidar da natureza.
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus XVI
Correspondente do Jornal A Semana de Jacobina
Membro da Academia de Letras de Irecê
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Preguiça baiana: como surgiu esse estereótipo
A professora de antropologia Elisete Zanlorenzi defendeu tese de doutorado na PUC- Pontifícia Universidade Católica de Campinas, cujo tema foi Preguiça Baiana. O objetivo foi descobrir como a imagem surgiu e se consolidou. O título a priori trouxe indignações para alguns baianos que achavam que a tese reafirmava esse preconceito que os baianos sofrem.
A antropóloga passou 4 anos pesquisando sobre a preguiça baiana que é faceta do racismo. Além disso, a tese sustenta que o baiano é mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do país e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de “festa eterna”.
A imagem da preguiça baiana surgiu do discurso discriminatório contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população. Essa imagem foi propagada pelo Estado, por meio da elite portuguesa, que considerava os escravos ociosos, por causa das suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço.
O discurso discriminatório se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir da década de 40, e é utilizado até os dias de hoje como uma forma de denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos, principalmente os paraibanos. Estes sofrem preconceitos e apelidos discriminantes; são taxados de desqualificados e estabelecem fronteiras simbólicas nessa região.
A pesquisa revelou também que a indústria do turismo vende essa ideia de lazer permanente como uma forma de agregar lucros. Outro setor que reafirma a imagem é o da música por não desmitificar esse estereótipo e permitir que o mesmo seja o diferencial do povo baiano.
A pesquisa expôs alguns dados como de que no período de festas é a época que o baiano mais trabalha, visto que, quem se diverte são os turistas. Uma constatação preocupante é que 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, além de citar o crescimento industrial que a Bahia tem tido nos últimos anos, como o maior pólo petroquímico do país e da forma como vem ocorrendo esse desenvolvimento. Em cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na América Latina. É considerado pelos especialistas como o melhor lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado ainda não saturado.
Um exemplo da responsabilidade e trabalho é que uma empresa Xerox do Nordeste, localizada na Bahia foi a única no Brasil a ganhar dois prêmios de qualidade ofertado pela Câmara Americana de Comércio.
Por fim, diante da pesquisa realizada e constatada cabe aos baianos mais iniciativa de repudiar tal apelido e cada dia continuar crescendo e enfrentando essa discriminação.
A antropóloga passou 4 anos pesquisando sobre a preguiça baiana que é faceta do racismo. Além disso, a tese sustenta que o baiano é mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do país e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de “festa eterna”.
A imagem da preguiça baiana surgiu do discurso discriminatório contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população. Essa imagem foi propagada pelo Estado, por meio da elite portuguesa, que considerava os escravos ociosos, por causa das suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço.
O discurso discriminatório se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir da década de 40, e é utilizado até os dias de hoje como uma forma de denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos, principalmente os paraibanos. Estes sofrem preconceitos e apelidos discriminantes; são taxados de desqualificados e estabelecem fronteiras simbólicas nessa região.
A pesquisa revelou também que a indústria do turismo vende essa ideia de lazer permanente como uma forma de agregar lucros. Outro setor que reafirma a imagem é o da música por não desmitificar esse estereótipo e permitir que o mesmo seja o diferencial do povo baiano.
A pesquisa expôs alguns dados como de que no período de festas é a época que o baiano mais trabalha, visto que, quem se diverte são os turistas. Uma constatação preocupante é que 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, além de citar o crescimento industrial que a Bahia tem tido nos últimos anos, como o maior pólo petroquímico do país e da forma como vem ocorrendo esse desenvolvimento. Em cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na América Latina. É considerado pelos especialistas como o melhor lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado ainda não saturado.
Um exemplo da responsabilidade e trabalho é que uma empresa Xerox do Nordeste, localizada na Bahia foi a única no Brasil a ganhar dois prêmios de qualidade ofertado pela Câmara Americana de Comércio.
Por fim, diante da pesquisa realizada e constatada cabe aos baianos mais iniciativa de repudiar tal apelido e cada dia continuar crescendo e enfrentando essa discriminação.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
O Conhecimento Perpassa os Muros das Unidades de Ensino
Segundo Paulo Freire “ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre”. Partindo dessa preposição, o conhecimento vai muito além e perpassam os muros das unidades de ensino seja ele básico, médio e “superior”.
É interessante quando uma nova turma entra em alguns ambientes de ensino “superior”, escuta os discursos que denotam as mudanças que ocorrerão em sua vida. Atualmente, as pessoas que conseguem vencer as etapas excludentes e entrar no ensino “superior” são consideradas de elitista, visto que, nem todos têm privilégio de tal conquista e titulação.
Sendo assim, formando desde a aula inaugural um processo que Rubem Alves chama de (de)formação do individuo, que por ter a oportunidade de está nesse espaço, acaba sentindo-se melhor e detentor do conhecimento e assim passa a eliminar os que não estão em situação igual a sua. Até mesmo o nome ensino “superior” estimula esse processo afastamento entre os que estão no meio acadêmico e os que não estão.
No entanto, os atores educativos esquecem que a teoria sem prática é mórbida e a prática sem o conhecimento teórico consegue penetrar diversos espaços. Dessa forma, muitos graduandos saem das suas escolas de ensino achando que sabem tudo. Realidade mais evidente nos cursos de licenciatura os quais exigem estágio em sala de aula. Muitos contestam a prática do professor que está a diversos anos imbuídos na área, achando que por terem feito um curso “superior” é melhor que ele, que não fez ou tem muito tempo que passou pela experiência.
Rubem Alves, no livro “Conversas sobre a Educação” manifesta uma preocupação quanto as unidades de ensino “superior”, ao relatar que as “universidades (de)formam pessoas cheias de sonhos”, caso o individuo não tenha cuidado ela o padroniza, o coloca na fôrma e depois de quatro anos a desenforma.
Existe um provérbio que diz: “Ninguém é tão inteligente que não tenha a aprender, ou tão burro que não tenha a ensinar”, o homem do campo vive à margem da sociedade e sempre fora tido como um “ignorante” por não deter conhecimentos científicos, mas este mesmo não o tendo conhece as diferenciações climáticas e apontam previsões de chuvas precisas, entende de plantação, colheita, reconhecem períodos de seca, através da leitura da natureza. Existe um paradoxo é essa linha que nos divide, é essa linha que nos humaniza a entender que como seres em constantes transformações, somos aprendentes e aprendizes sempre.
Portanto, o conhecimento que as escolas não ensinam, as situações que elas não preparam só as circunstâncias da vida podem ensinar. No entanto, para isso acontecer precisamos ter humildade e reconhecer que não somos os únicos detentores do saber; estamos em constante aprendizagem. Não podemos deixar as unidades de ensino nos (de)formarem, nos elitizarem, é preciso ter maturidade para entender que existe um universo de informações e conhecimentos que certamente não aprenderemos nas academias, e sim nas escolas da vida.
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB, Campus XVI.
e-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
blog: http://stelina-vasconcelos.blogspot.com/
É interessante quando uma nova turma entra em alguns ambientes de ensino “superior”, escuta os discursos que denotam as mudanças que ocorrerão em sua vida. Atualmente, as pessoas que conseguem vencer as etapas excludentes e entrar no ensino “superior” são consideradas de elitista, visto que, nem todos têm privilégio de tal conquista e titulação.
Sendo assim, formando desde a aula inaugural um processo que Rubem Alves chama de (de)formação do individuo, que por ter a oportunidade de está nesse espaço, acaba sentindo-se melhor e detentor do conhecimento e assim passa a eliminar os que não estão em situação igual a sua. Até mesmo o nome ensino “superior” estimula esse processo afastamento entre os que estão no meio acadêmico e os que não estão.
No entanto, os atores educativos esquecem que a teoria sem prática é mórbida e a prática sem o conhecimento teórico consegue penetrar diversos espaços. Dessa forma, muitos graduandos saem das suas escolas de ensino achando que sabem tudo. Realidade mais evidente nos cursos de licenciatura os quais exigem estágio em sala de aula. Muitos contestam a prática do professor que está a diversos anos imbuídos na área, achando que por terem feito um curso “superior” é melhor que ele, que não fez ou tem muito tempo que passou pela experiência.
Rubem Alves, no livro “Conversas sobre a Educação” manifesta uma preocupação quanto as unidades de ensino “superior”, ao relatar que as “universidades (de)formam pessoas cheias de sonhos”, caso o individuo não tenha cuidado ela o padroniza, o coloca na fôrma e depois de quatro anos a desenforma.
Existe um provérbio que diz: “Ninguém é tão inteligente que não tenha a aprender, ou tão burro que não tenha a ensinar”, o homem do campo vive à margem da sociedade e sempre fora tido como um “ignorante” por não deter conhecimentos científicos, mas este mesmo não o tendo conhece as diferenciações climáticas e apontam previsões de chuvas precisas, entende de plantação, colheita, reconhecem períodos de seca, através da leitura da natureza. Existe um paradoxo é essa linha que nos divide, é essa linha que nos humaniza a entender que como seres em constantes transformações, somos aprendentes e aprendizes sempre.
Portanto, o conhecimento que as escolas não ensinam, as situações que elas não preparam só as circunstâncias da vida podem ensinar. No entanto, para isso acontecer precisamos ter humildade e reconhecer que não somos os únicos detentores do saber; estamos em constante aprendizagem. Não podemos deixar as unidades de ensino nos (de)formarem, nos elitizarem, é preciso ter maturidade para entender que existe um universo de informações e conhecimentos que certamente não aprenderemos nas academias, e sim nas escolas da vida.
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB, Campus XVI.
e-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
blog: http://stelina-vasconcelos.blogspot.com/
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Fascínio em Ensinar Aventuras Encantadas no ato de Aprender
A educação é tão simples e fazem dela tão complexa a ponto de pôr diversas responsabilidades, as quais a tornam um fardo pesado a ser carregado. Conversamos sobre educação como se ela fosse um bicho de sete cabeças, quando é na verdade singela, ingênua como o ato de jogar uma semente ao chão e regá-la com o intuito que se torne uma planta forte, vistosa e frutífera.
Nos congressos educacionais, nas jornadas pedagógicas, nas universidades e nos espaços que debatem a educação, formas, modelos, são instituídos para conter a evasão escolar, a avaliação, a repetência, os programas que os currículos devem contemplar, como melhorar os índices de alunos que passam no vestibular. Segundo Rubem Alves em seu livro Conversas sobre Educação, ele explicita e afirma que a “escola é uma máquina de destruir crianças”. O autor acredita que elas “são transformadas em adultos” antes da hora, sendo isso o que “os pais querem: que seus filhos sejam adultos produtivos”. Fatores estes que tem tornado a escola um espaço que poda a criatividade e a espontaneidade da criança e os professores meros receptores de um saber que não agrada e não desperta a curiosidade delas.
Para Bruno Bettelheim, considerado um dos maiores educadores do século passado, proferia: “na escola os professores tentavam ensinar-lhe coisas que eles queriam ensinar, mas que ele não queria aprender”, realidade que assola o ensino brasileiro. As escolas têm direcionado as brincadeiras, tudo tem que ser aprendizagem e a criança acaba perdendo o direito de ser criança de pular, brincar, correr e principalmente viver essa fase encantadora e cheia de descobertas.
Os pais por sua vez, exercem o seu papel no extermínio das crianças, com a mentalidade voltada ao capitalismo e a globalização, desde cedo, enchem-nas de atividades como: natação, curso de inglês, judô, creche, entre outros afazeres que tomam o tempo. Tais atitudes geram distanciamentos entre pais e filhos, devido ao excesso de tarefas eles não têm tempo de se descobrirem, de brincarem, de se conhecerem e se tornam estranhos no mesmo ambiente em que vivem.
Dessa forma, surgem as perguntas: “Qual é o sentido da educação? Qual a função do educador? Qual o papel da escola?”. Diversos questionamentos e as respostas... Ah! As respostas. Elas apenas na sua secura atestam que a função do educador é educar e o papel da escola é conduzir o aluno a diversas aprendizagens para que ele tenha êxito em sua vida, pois sem estudar ele não vai a lugar algum. São as repostas estéreis que ouvimos e formulamos durante a vida profissional e acadêmica.
No entanto, não quero ser idealista e nem sequer profeta do pessimismo; mas se não descobrirmos ou aplicarmos uma nova educação, cada vez mais perderemos a essência da verdadeira função de educador, que é transmitir valores e ensinar para a vida. Isso vai muito além do, que simplesmente repassar assuntos do componente curricular e dos programas dos processos seletivos. Caso não haja o fascínio em ensinar e não despertarmos as aventuras encantadas no ato de aprender formaremos cada dia mais crianças depressivas e estressadas, robôs voltados para passar no vestibular ou concurso. Máquinas que perderam o encanto pela vida o oposto do que representa ser criança.
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia – Campus XVI
E-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
Blog: http://stelinavasconcelos.blogspot.com/ e
http://stelina-vasconcelos.blogspot.com/
Nos congressos educacionais, nas jornadas pedagógicas, nas universidades e nos espaços que debatem a educação, formas, modelos, são instituídos para conter a evasão escolar, a avaliação, a repetência, os programas que os currículos devem contemplar, como melhorar os índices de alunos que passam no vestibular. Segundo Rubem Alves em seu livro Conversas sobre Educação, ele explicita e afirma que a “escola é uma máquina de destruir crianças”. O autor acredita que elas “são transformadas em adultos” antes da hora, sendo isso o que “os pais querem: que seus filhos sejam adultos produtivos”. Fatores estes que tem tornado a escola um espaço que poda a criatividade e a espontaneidade da criança e os professores meros receptores de um saber que não agrada e não desperta a curiosidade delas.
Para Bruno Bettelheim, considerado um dos maiores educadores do século passado, proferia: “na escola os professores tentavam ensinar-lhe coisas que eles queriam ensinar, mas que ele não queria aprender”, realidade que assola o ensino brasileiro. As escolas têm direcionado as brincadeiras, tudo tem que ser aprendizagem e a criança acaba perdendo o direito de ser criança de pular, brincar, correr e principalmente viver essa fase encantadora e cheia de descobertas.
Os pais por sua vez, exercem o seu papel no extermínio das crianças, com a mentalidade voltada ao capitalismo e a globalização, desde cedo, enchem-nas de atividades como: natação, curso de inglês, judô, creche, entre outros afazeres que tomam o tempo. Tais atitudes geram distanciamentos entre pais e filhos, devido ao excesso de tarefas eles não têm tempo de se descobrirem, de brincarem, de se conhecerem e se tornam estranhos no mesmo ambiente em que vivem.
Dessa forma, surgem as perguntas: “Qual é o sentido da educação? Qual a função do educador? Qual o papel da escola?”. Diversos questionamentos e as respostas... Ah! As respostas. Elas apenas na sua secura atestam que a função do educador é educar e o papel da escola é conduzir o aluno a diversas aprendizagens para que ele tenha êxito em sua vida, pois sem estudar ele não vai a lugar algum. São as repostas estéreis que ouvimos e formulamos durante a vida profissional e acadêmica.
No entanto, não quero ser idealista e nem sequer profeta do pessimismo; mas se não descobrirmos ou aplicarmos uma nova educação, cada vez mais perderemos a essência da verdadeira função de educador, que é transmitir valores e ensinar para a vida. Isso vai muito além do, que simplesmente repassar assuntos do componente curricular e dos programas dos processos seletivos. Caso não haja o fascínio em ensinar e não despertarmos as aventuras encantadas no ato de aprender formaremos cada dia mais crianças depressivas e estressadas, robôs voltados para passar no vestibular ou concurso. Máquinas que perderam o encanto pela vida o oposto do que representa ser criança.
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia – Campus XVI
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Ensino e Aprendizagem com o uso das Tecnologias Digitais
É sabido que a revolução industrial marcou um novo tempo na história até então as revoluções tecnológicas veem ganhando espaço na sociedade e sendo aperfeiçoadas a cada dia, com a criação de novos softwares e os constantes aprimoramentos das máquinas que são mais modernas e precisas. Quando o astronauta Neil Armstrog pisou na lua, ele disse: "um pequeno passo para o homem, um grande passo para a humanidade". Assim também aconteceu com a tecnologia, um pequeno passo de um homem e uma extrema mudança na sociedade, tornando a máquina essencial para facilitar diversos processos como: contas bancárias, comunicação das empresas da intranet e internet, pesquisas, entre outros.
As tecnologias de informação e comunicação (TICs) quando são utilizadas de forma adequada, é uma ferramenta essencial no processo de ensino aprendizagem tanto do professor através das possibilidades de capacitação, gerenciamento das suas pesquisas. Para a classe estudantil (crianças, adolescentes e jovens), pode atuar no conhecimento deles, como até mesmos atuar no seio familiar como uma geração de renda. Contudo, as tecnologias digitais, através das suas imagens, sons, podem despertar a imaginação tornando o ato de aprender uma encantada aventura de prazer, além de possibilitar ao professor diferentes abordagens de uma mesma temática.
Na educação, as novas tecnologias podem desenvolver o hábito da leitura, a criatividade ao permitir que os discentes e docentes criem softwares educativos, aperfeiçoamento na realização de cálculos matemáticos, edição de vídeo, consentindo aos alunos a produção de documentários da sua região. As tecnologias digitais trabalham no docente a sua constante auto-estima por proporcionar diversas aprendizagens e informações através das telemídias, bem como, o professor aproveitar seus alunos como atores educativos no cenário das produções dos assuntos explanados em sala de aula.
Por fim, as tecnologias vão muito além do Orkut e do Msn tão propagados e reconhecidos pelos alunos das redes de ensino, sejam particulares, públicas de ensino fundamental, médio e superior. Nesse novo cenário e contexto socioeconômico, tecnológico e cultural é que nós, educadores, precisamos descobrir e redescobrir sempre a forma prazerosa de ensinar e incentivar os alunos a importância de aprender. As novas tecnologias é um recurso que pode nos assessorar nesse processo contínuo de uma educação para a formação do sujeito critico reflexivo e principalmente gerenciador do seu saber.
Stelina Vasconcelos
Graduanda em pedagogia na Universidade do Estado da Bahia, Campus XVI
As tecnologias de informação e comunicação (TICs) quando são utilizadas de forma adequada, é uma ferramenta essencial no processo de ensino aprendizagem tanto do professor através das possibilidades de capacitação, gerenciamento das suas pesquisas. Para a classe estudantil (crianças, adolescentes e jovens), pode atuar no conhecimento deles, como até mesmos atuar no seio familiar como uma geração de renda. Contudo, as tecnologias digitais, através das suas imagens, sons, podem despertar a imaginação tornando o ato de aprender uma encantada aventura de prazer, além de possibilitar ao professor diferentes abordagens de uma mesma temática.
Na educação, as novas tecnologias podem desenvolver o hábito da leitura, a criatividade ao permitir que os discentes e docentes criem softwares educativos, aperfeiçoamento na realização de cálculos matemáticos, edição de vídeo, consentindo aos alunos a produção de documentários da sua região. As tecnologias digitais trabalham no docente a sua constante auto-estima por proporcionar diversas aprendizagens e informações através das telemídias, bem como, o professor aproveitar seus alunos como atores educativos no cenário das produções dos assuntos explanados em sala de aula.
Por fim, as tecnologias vão muito além do Orkut e do Msn tão propagados e reconhecidos pelos alunos das redes de ensino, sejam particulares, públicas de ensino fundamental, médio e superior. Nesse novo cenário e contexto socioeconômico, tecnológico e cultural é que nós, educadores, precisamos descobrir e redescobrir sempre a forma prazerosa de ensinar e incentivar os alunos a importância de aprender. As novas tecnologias é um recurso que pode nos assessorar nesse processo contínuo de uma educação para a formação do sujeito critico reflexivo e principalmente gerenciador do seu saber.
Stelina Vasconcelos
Graduanda em pedagogia na Universidade do Estado da Bahia, Campus XVI
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Desafios para a Educação do Século XXI
Nos anos 40, as máquinas eram consideradas depósitos de válvulas e placas e ocupavam um enorme espaço físico sendo de uso restrito, mais especificamente para atividades espaciais nos Estados Unidos. Este por sua vez, desenvolveu um sistema de comunicação através dos computadores, o que hoje é conhecido como a internet, que foi criada com o intuito de usá-la pra fins bélicos no período da Guerra Fria. Na contemporaneidade, a internet é um dos meios de acesso mais utilizados pela população tanto nas atividades lícitas - pesquisa, entretenimento e facilidades, comodidades promovidas por ela como pagar contas em casa, entre outros benefícios - e as ilícitas - crimes, roubos, pedofilia, prostituição entre outras.
A sociedade da informação em que estamos imbuídos tem possibilitado a formação de um novo modelo educacional na contemporaneidade que requer uma postura educativa inovadora. Permite ainda a participação e a cooperação dos aprendizes na construção do conhecimento, modificando assim o papel do docente que no modelo tradicional behaviorista consistia em transmitir conhecimento, sendo ele o detentor único do saber, conceito e prática arcaicos no século XXI, no qual o professor passa a ser orientador e mediador do saber.
Essas mudanças geram questionamentos entre a práxis e a aplicabilidade desses novos saberes, nos quais a tecnologia está presente e o discente tem acesso a uma ferramenta com infindas informações, e mesmo assim com tanta disseminação de saber, para alguns especialistas e historiadores nunca se produziu tão pouco conhecimento. Diante dessa situação, qual o papel das unidades de ensino, visto que, a geração de hoje até mesmo já fora nomeada de ctrl C ctrl V, (teclas do computador que colam e copiam um texto)?
Nesse contexto, em que há muita desmotivação da juventude brasileira, apenas 7% desses jovens ingressam no ensino superior de terceiro grau (IBGE, 2008), dados preocupantes, pois cada dia aumenta as exigências do mercado de trabalho. Dessa forma, surge o questionamento: o que será dessa juventude? As opções são escassas sobrando o tráfico de drogas, a bandidagem como meio de sobrevivência ou viver abaixo da linha de pobreza.
Como disse o educador Paulo Freire, em Brasília no ano de 1997: “Não é possível refazer este país, democratizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo sonhos, inviabilizando o amor... Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Se a nossa opção é progressista, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, dos direitos e não do arbítrio, da convivência com o diferente e não com a sua negação, não temos outro caminho senão viver plenamente a nossa opção. Encarná-la, diminuindo assim a distância entre o que dizemos e o que fazemos”.
A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, no capítulo III, referente à Educação, no Art. 205 subscreve: “A educação é direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. No Art. 206, Parágrafo II – “Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte do saber. Então cabe a cada um de nós cidadãos analisarmos se a educação tem possibilitado o que assegura a Constituição”.
Partindo dessa premissa, será que os docentes em formação e os formados têm permitido esse acesso e disseminado a esperança aos seus discentes e promovido um ensino prazeroso através desse instrumento precioso chamado EducAÇÃO? Infelizmente, muitas vezes a classe de professores usa desculpas como: a desvalorização, os baixos salários, o cansaço entre outros, para esconder a incapacidade de ensinar e negam o conhecimento e a autenticidade de ser educador. Mediante a tais fatos, a educação permanece sendo um dos meios capazes, talvez único de mudar o país que temos, assim como fora o instrumento de transformação do Japão pós a bomba que destruiu Hiroshima e Nagasaki.
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB, Campus XVI.
e-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
blog: http://stelina-vasconcelos.blogspot.com/
A sociedade da informação em que estamos imbuídos tem possibilitado a formação de um novo modelo educacional na contemporaneidade que requer uma postura educativa inovadora. Permite ainda a participação e a cooperação dos aprendizes na construção do conhecimento, modificando assim o papel do docente que no modelo tradicional behaviorista consistia em transmitir conhecimento, sendo ele o detentor único do saber, conceito e prática arcaicos no século XXI, no qual o professor passa a ser orientador e mediador do saber.
Essas mudanças geram questionamentos entre a práxis e a aplicabilidade desses novos saberes, nos quais a tecnologia está presente e o discente tem acesso a uma ferramenta com infindas informações, e mesmo assim com tanta disseminação de saber, para alguns especialistas e historiadores nunca se produziu tão pouco conhecimento. Diante dessa situação, qual o papel das unidades de ensino, visto que, a geração de hoje até mesmo já fora nomeada de ctrl C ctrl V, (teclas do computador que colam e copiam um texto)?
Nesse contexto, em que há muita desmotivação da juventude brasileira, apenas 7% desses jovens ingressam no ensino superior de terceiro grau (IBGE, 2008), dados preocupantes, pois cada dia aumenta as exigências do mercado de trabalho. Dessa forma, surge o questionamento: o que será dessa juventude? As opções são escassas sobrando o tráfico de drogas, a bandidagem como meio de sobrevivência ou viver abaixo da linha de pobreza.
Como disse o educador Paulo Freire, em Brasília no ano de 1997: “Não é possível refazer este país, democratizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo sonhos, inviabilizando o amor... Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Se a nossa opção é progressista, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, dos direitos e não do arbítrio, da convivência com o diferente e não com a sua negação, não temos outro caminho senão viver plenamente a nossa opção. Encarná-la, diminuindo assim a distância entre o que dizemos e o que fazemos”.
A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, no capítulo III, referente à Educação, no Art. 205 subscreve: “A educação é direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. No Art. 206, Parágrafo II – “Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte do saber. Então cabe a cada um de nós cidadãos analisarmos se a educação tem possibilitado o que assegura a Constituição”.
Partindo dessa premissa, será que os docentes em formação e os formados têm permitido esse acesso e disseminado a esperança aos seus discentes e promovido um ensino prazeroso através desse instrumento precioso chamado EducAÇÃO? Infelizmente, muitas vezes a classe de professores usa desculpas como: a desvalorização, os baixos salários, o cansaço entre outros, para esconder a incapacidade de ensinar e negam o conhecimento e a autenticidade de ser educador. Mediante a tais fatos, a educação permanece sendo um dos meios capazes, talvez único de mudar o país que temos, assim como fora o instrumento de transformação do Japão pós a bomba que destruiu Hiroshima e Nagasaki.
Stelina Vasconcelos
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB, Campus XVI.
e-mail: stelinavasconcelos@hotmail.com
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domingo, 25 de janeiro de 2009
A Síndrome de Gabriela na Educação
Desde criança ouvia dizer que a educação é o maior bem, herança que os pais podem ofertar aos filhos, anunciado sempre nas mídias de massa que a mesma é que iria e irá sancionar problemas do futuro. Agora como docente em formação, percebo a importância que ela tem no que tange o desenvolvimento social, econômico e intelectual do Brasil, bem como, possibilitar que pessoas menos favorecidas consigam êxito profissional e a sua sustentabilidade.
E assim, fui crescendo com um sonho, o de ser educadora, conduzir meus futuros alunos numa conquista sublime a de romper todas as dificuldades e vencer através da educação, mas subitamente encontro no meio educativo a síndrome de Gabriela:
Eu nasci assim,
Eu cresci assim,
Eu sou mesmo assim,
Vou ser sempre assim,
Gabriela, sempre, Gabriela
A educação é assim e será sempre assim, os alunos estão desinteressados, não respeitam mais os professores, não há nada a ser feito, não existe mudança, os métodos aplicados não são favoráveis, as universidades não preparam os profissionais para a prática, são muitas teorias as quais não são condizentes com a realidade. E a síndrome de Gabriela permanece desfavorecendo profissionais repletos de sonhos e claro desqualificando o ensino no país.
A síndrome de Gabriela tem matado profissionais, trazendo descrédito, gerando pessoas estressadas, devido a desvalorização, péssima remuneração. Na universidade em diversos campi do país graduandos fazem os cursos de licenciatura por falta de condições e oportunidades, manchando assim, a imagem do professor. Ou melhor, formando professores e não educadores, professor qualquer pessoa pode ser é aquele que vê apenas a profissão, mas o educador é aquele que ama, é vocacionado que constrói uma história, vive por um ideal de um mundo melhor, independente do salário que possui, ama o que faz, dedicando-se plenamente. Infelizmente no Brasil saem muitos professores da universidade e poucos educadores e, excepcionalmente na sua maioria os mesmos estão imersos e entregues a síndrome de Gabriela, que enquanto existir a educação permanecerá sempre sendo do futuro e nunca um presente do presente, da mudança e do agora. Por fim, finalizo com uma citação do educador Paulo Freire: “Ninguém começa a ser educador numa certa terça-feira às quatro horas da tarde. Ninguém nasce educador. A gente se faz educador, a gente se forma como educador, permanentemente, na prática e na reflexão sobre a prática”.
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - Campus XVI - Irecê - BA
E assim, fui crescendo com um sonho, o de ser educadora, conduzir meus futuros alunos numa conquista sublime a de romper todas as dificuldades e vencer através da educação, mas subitamente encontro no meio educativo a síndrome de Gabriela:
Eu nasci assim,
Eu cresci assim,
Eu sou mesmo assim,
Vou ser sempre assim,
Gabriela, sempre, Gabriela
A educação é assim e será sempre assim, os alunos estão desinteressados, não respeitam mais os professores, não há nada a ser feito, não existe mudança, os métodos aplicados não são favoráveis, as universidades não preparam os profissionais para a prática, são muitas teorias as quais não são condizentes com a realidade. E a síndrome de Gabriela permanece desfavorecendo profissionais repletos de sonhos e claro desqualificando o ensino no país.
A síndrome de Gabriela tem matado profissionais, trazendo descrédito, gerando pessoas estressadas, devido a desvalorização, péssima remuneração. Na universidade em diversos campi do país graduandos fazem os cursos de licenciatura por falta de condições e oportunidades, manchando assim, a imagem do professor. Ou melhor, formando professores e não educadores, professor qualquer pessoa pode ser é aquele que vê apenas a profissão, mas o educador é aquele que ama, é vocacionado que constrói uma história, vive por um ideal de um mundo melhor, independente do salário que possui, ama o que faz, dedicando-se plenamente. Infelizmente no Brasil saem muitos professores da universidade e poucos educadores e, excepcionalmente na sua maioria os mesmos estão imersos e entregues a síndrome de Gabriela, que enquanto existir a educação permanecerá sempre sendo do futuro e nunca um presente do presente, da mudança e do agora. Por fim, finalizo com uma citação do educador Paulo Freire: “Ninguém começa a ser educador numa certa terça-feira às quatro horas da tarde. Ninguém nasce educador. A gente se faz educador, a gente se forma como educador, permanentemente, na prática e na reflexão sobre a prática”.
Graduanda em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia - Campus XVI - Irecê - BA
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